Dancing Brasil #12

Olá, passageiros! Já chegamos na semifinal do Dancing Brasil e uma final justa. Jade, Leo e Maytê fizeram um programa bem bonito de se ver e provando que os três competidores mereciam estar ali, apesar de que até hoje ainda acho injusta a eliminação da Sheila Mello.

Mas, enfim, águas passadas e os três finalistas têm seus méritos. CLARO que num programa dirigido por Carelli tem que ter Carellada, não é mesmo? Na hora que o programa começou e Xuxa falou do envelope, eu já cantei logo a pedra que não haveria eliminação. Principalmente com Jade ou Maytê correndo o risco de serem eliminadas.

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Pois é.

Então conta pra gente o que tem no envelope, Xuxá!

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Pois é.

Dessa vez não teve nenhum colunista lá no estúdio, mas este que vos escreve, no caso @paypervitu, espera ir na final! Quero ganhar Comfort de novo e Magnum também porque não sou obrigado.

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Agora vamos às danças que eu, @luguicosta e @luizcmorais analisamos justamente pra vocês.

Maytê e Paulo (Paso Doble)

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Vitu: Adorei! Foi uma releitura de Paso Doble, mas muito bem montada, coreografada, ensaiada e apresentada. Teve sincronia!!! Teve harmonia. Muito bons os contratempos, Maytê segura do que estava dançando e querendo dar show de entretenimento. Teve uma bela homenagem à Tânia Alves com muito carão, mas teve dança e boa!

Dançar descalço não é fácil, apesar de parecer. Pelo contrário. E Maytê foi muito bem durante todo o ritmo. Aliás, achei ótimo o figurino do casal! Outro ponto alto da coreografia foi o mergulho. Adorei! E mais uma vez, Maytê comprova o que eu sempre digo, ela só arrasa nos ritmos lentos. Nota 10

Lugui: Eu esperei uma temporada inteira pra ver Patê dançar um dos meus estilos favoritos. A produção misturou Paso Doble com canteiro de obras copiado da Normani no DWTS e acrescentou roupa jeans meio Britney e Justin Timberlake, tudo isso ao som de Bon Jovi e quase deu um bug gigante na minha cabeça. Mas Paulo Victor, o melhor professor que você respeita, ainda assim conseguiu montar uma apresentação incrível, bastante intensa (como o ritmo pede) e explorando o palco, colocando tanto passos característicos do paso doble quanto movimentos de show pro público gritar.

Maytê estava ótima e foi nítido o quanto ela esforçou nesse ritmo e deu resultado. Eles não fizeram carão da Tânia Alves e sorriram durante a dança, o que foge um pouco do estilo mas transpereceu o quanto eles estavam curtindo fazer aquela apresentação. Nota 10

(e finalmente a primeira nota máxima do júri pra Patê)

Luiz: Eu esperei TANTO por esse Paso Doble! Vocês não têm noção do quanto eu surtei quando eles apareceram na noite de São João com um figurino parecido e foi um foxtrote. Fui otário. Pelo menos não fiquei só sonhando.

Não sei se foi a minha expectativa alta demais pra isso… Eu gostei, mas senti falta de algo a mais. Talvez tenha sido o fato que a Maytê sorriu por um pedaço da dança, quando o ideal, pra se encaixar os movimentos, é uma expressão mais séria. Da mesma forma que a falta de sapatos no Paso da Jade não me incomodou, aqui foi o mesmo caso (e arrasou fazendo as pontas), porém com uma coisa melhor: a saia ❤ Dá uma diferença louca pra apresentação, é a fluidez que falta nos movimentos pras linhas espanholas, mais rígidas.

O dois estavam em sintonia, como sempre, e se mostraram unificados nos movimentos, com transições excelentes e conteúdo clássico de Paso, mesmo com a pegada mais urbana no geral. Nota 10

Jade e Teo (Foxtrote) 

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Vitu: Uma coreografia simples, mas bem dançada. Foi bonita a história contada e com sentido, apesar de eu não ser muito fã de teatrinho nas danças. Achei um pouco lento em algumas partes que eram pra ser mais alongadas. Algumas ligações dos passos, entretanto foram rápidas demais.

Achei também que pecou um pouquinho na postura do Foxtrote em alguns momentos. Entretanto, as linhas de braço e pernas da Jade estão de bailarina, elas faz muitos movimentos perfeitos. Só o cambrê que ainda precisa treinar muito. Nota 8

Lugui: Jadão trans finíssima botou a saboneteira pra jogo e não entendi pq ela parecia vestida de participante do Mulheres Ricas e Téo parecia nerd que sofre bullying na escola. Aliás, Sharna do DWTS tá pedindo os direitos autorais desse teatro do nerd dançando foxtrote na biblioteca. Sobre a dança, não vou dizer que foi ruim, mas também não foi tão bom assim…

A técnica tava boa, os acabamentos tinham qualidade, a sintonia entre eles foi perfeita, mas faltou leveza, deslizar pelo palco e trazer o encantamento do foxtrote. Pra mim,  a questão é que essa dança foge do esperado pra uma semifinal competitiva a da trajetória de crescimento da Jade, que evoluiu tanto, e entregou só uma apresentação boa, mas não memorável. Talvez precisassem ter feito slowqüíqüíqüí… Nota 8

Luiz: Sobre a ambientação da dança: Michael Bublé é golpe baixo, nunca vi gente ir tão arrumado pra biblioteca e que roupa feia, Santa Glória Kalil. Essas roupas de dança não são bonitas, mas isso aí tá péssimo até demais, tem muita informação.

A dança em si foi até correta. Movimentos longos, Jade sendo o centro das atenções da dança, sendo “apresentada” de várias maneiras e sempre muito graciosa. A parte deles separados sempre foi em sincronia e leve pra se assistir, nada muito complexo.

A postura dela foi o que mais me incomodou tecnicamente porque por boa parte da apresentação, ela olhava pro Téo e não virava a cabeça pra esquerda, como na postura correta. No começo eles pareciam um pouco mais travados, pensando antes de cada passo, do meio pro fim já tava bem mais fluido e seguiu bem até o final. Queria mais consistência. Nota 8

Léo e Dani (Samba)

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Vitu: Básico demais e com algumas falhas de execução. Uma coreografia básica demais ainda que numa semifinal não me incomoda, mas tem que ser perfeita. O que não foi o caso do Léo e da Dani. Em alguns momentos ficou nítida a falta de sincronia. Já que o samba era de gafieira, as características principais eram: malandragem, o homem protegendo a mulher e elegância.

Malandragem ok, mas nos outros dois o casal pecou um pouco. A Dani conduziu o Léo em alguns momentos o que é fatal. Tiveram um probleminha com o chapéu dele também – aliás, dançar com acessório é péssimo pra quem se apresenta. Dani ainda mandou um cambrê de zouk – que não foi bem feito – e destoou do ritmo. Nota 7

Lugui: Colocaram a Sandy pra cantar e eu já tinha até esquecido que ela e o Tiago Iorc tavam ali. Na verdade, eu preferia ter esquecido que Léo estava ali, e principalmente que esse samba existiu! Léo foi o cruzamento do malandro com a boneca de pano e gerou um dos personagens mais sofríveis que ele já criou.

Dani inseriu mil presepadas pro Léo chamar a atenção, mas o que me chamou mesmo atenção foram os braços desengonçados, o atraso no ritmo do Léo e alguns problemas nos pés. E de repente, quando a gente achava que não existia mais barra pro Léo poder forçar, me surgem com uma bandeira do Brasil que não teve a menor função! Talvez foi uma analogia entre a vergonha dessa apresentação e a vergonha da situação política do Brasil. Só sei que fiquei mais constrangido que a Sandy e também quis sair dali o mais rápido possível! Nota 6

Luiz: A temporada inteira a gente teve o conflito sobre o samba ser o internacional ou o de gafieira (seria uma boa diferenciação pra próxima temporada). A maioria dos casais seguiu pro internacional e o primeiro que vai de cabeça na gafieira apresenta isso. Haja paciência!

O começo foi até legal, eles tavam sincronizados, era algo diferente, até que chegou o lift. Não sei o que houve, mas pareceu que algo deu errado ou foi mini mesmo e saiu estranho. Depois eles apelaram pro clichê de se carregarem, só faltou ele tocar pandeiro na barriga dela. E foi o mais do mesmo, ficando chato, a música não ajudava. Entrou uma bandeira do Brasil que nem Deus deve saber por que ela tava ali. Foi chato, confuso e clichê. Acabei de perceber que com esses três adjetivos eu consigo descrever o Léo nas entrevistas. Nota 7

Maytê e Paulo (Quickstep)

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Vitu: Lembra o que eu falei – inúmeras vezes – que a Maytê só arrasa nos ritmos lentos? O Quickstep também veio justificar a minha afirmação. Depois do ótimo Paso Doble, o nível caiu muito no segundo ritmo. Inclusive no quesito criatividade de coreografia, já que a introdução teatral demorou muito – nunca visto antes numa coreografia do Paulo Victor.

Acelerou, ferrou. Não teve sincronia, qualidade de movimentos, as pernas foram de qualquer jeito, não vi o acabamento nível Maytê e Paulo que vi durante os 3 meses. Talvez se a ordem das danças fosse invertida, seria mais positivo pra dupla. Tinha hora que o casal parecia dançar freestyle, cada um faz o que quiser e vamo lá. Aconteceu novamente aquilo que já chamei atenção aqui: nos ritmos acelerados, a Maytê tá sempre um tempo atrás do Paulo. Nota 6

Lugui: Casal Patê é gente como a gente quando tem duas provas no mesmo dia e se dedica só pra uma e faz a outra nas coxas. Foi o que aconteceu, e eles só fizeram a lição de casa pro paso doble e ignoraram o quickstep. Isso já ficou nítido quando fizeram o teatrinho pra ganhar tempo no início e inventaram personagens desengonçados pra fingir que a intenção era fazer graça, quando a Maytê estava ruim mesmo.

Ela se atrasou bastante e não conseguia executar os passos com precisão e manter a postura. Mais uma vez, Paulo Victor mostrou sua capacidade e carregou nas costas a dança, mantendo o ritmo até o fim. A coreografia foi bem elaborada, com passos característicos do quickstep, mas fizeram alguns lifts e encenações no meio pra ganhar tempo e aplausos que fizeram a apresentação perder o foco. Preferia desver esse momento Patê que só não vai ganhar nota menor porque Paulo Victor salvou tudo. Nota 7

Luiz: Seria uma noite gloriosa pra mim com a Maytê dançando dois ritmos que eu adoro se esse povo não tivesse medo de se abraçar com gosto. QUERO MAMILO COM MAMILO!

Sandy, Aquela dos 30, Maytê e Paulo e Quickstep foi demais pra mim. Eu só soube cantar quando eu vi na TV e vendo o vídeo da dança, pude perceber o quão fraquinha ela foi. Ela teve elementos de quickstep, muitos e foi bem característica. Tem horas que a Maytê se deixa levar muito pela atmosfera e perde o timing e fica atrás do Paulo. Eles não se abraçaram o suficiente e foram um pouco lentos pro que o quickstep pede. Nessa altura do jogo e sendo quem eles são, a gente pode cobrar um pouco a mais. Nota 8

Jade e Teo (Jive)

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Vitu: Amei. Foi Jive alegre, competitivo, rápido e com os passos-Jade perfeitamente encaixados na coreografia. Bons movimentos, contratempos, sincronia, precisão. Perderam passos em algumas ligações e talvez pudesse limpar um pouquinho mais as terminações de pés, mas foi, sem dúvida, uma das melhores apresentações da Jade e o passaporte para a final do programa. Artisticamente foi nota 10, mas tecnicamente… Nota 9

Lugui: Jade se transformou de Mulheres Ricas pra fantasia colegial de sex shop mais rápido que a ponte aérea Rio-Istambul em novela da Gloria Perez. Impressionante como depois que a “falta de jive” se viralizou, todos os coreógrafos começaram a se preocupar mais com as apresentações desse ritmo!

O jive-ginástica da Jade e do Téo foi a melhor apresentação desse ritmo no programa. Eles realmente se preocuparam em fazer os passos básicos do jive e executaram um bom trabalho de pernas! Nesse ritmo cabiam as acrobacias da Jade e a apresentação tava bem coerente com a música e a composição cênica escolhida.

Foi excelente e foi quase perfeito, porém, mais de uma vez eles apresentaram dificuldade na ligação entre a dança e as acrobacias, resultando em momentos em que ambos ficaram parados esperando a hora ou imperfeições nas finalizações, mas estão de parabéns de modo geral. Nota 9

Luiz: Nunca na minha vida eu imaginar ‘Eu Amei Te Ver’ como música para um jive, mas é isso que eu gosto. Novos arranjos, novas roupagens, dar outra cara pras músicas. Tornar tudo original!

De longe a melhor coreografia e execução de jive na temporada. Passos curtos e rápidos, os dois estavam na mesma página, dançando juntos e se divertindo, porém não gostei desses 234 saltos que a Jade deu, tomou espaço de um pouco mais de dança de qualidade. Só serve pra encher linguiça. Ela podia ter trabalhado melhor as extensões dela porque as extremidades estavam desleixadas. Os pés não faziam ponta e ela só jogava os braços e as mãos de qualquer jeito. Não alongava o movimento para além-corpo. Nota 9

Léo e Dani (Bolero)

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Vitu: Quando eu vi o casal caracterizado de velhos, eu ri. Pensei “Léo e Dani dançando Benjamin Button”. Aí começou a tocar a música, fui direto pra Mulheres Apaixonadas, do Maneco, no Leblon e tal… Mas aí começou a dança de fato. E foi então que eu entendi a mensagem que eles quiseram passar: a dança não envelhece, ela renova.

O Bolero foi gostosinho de ver, tão sensível, mas também bem básico. Na hora do lift, parece que faltou um pouco de força do Léo pra sustentar a Dani, mas o bailado no salão foi correto. Como sempre, o casal investiu no teatro, que já é a marca dele e dessa vez deu certo. Nota 9

Lugui: Tô completamente irritado com o Léo e eu daria tudo pra trazer Mika de volta e fazer passinho do bonecão do posto junto com ele. Me irrita o quanto ele e a Dani calcularam tudo pra tentar parecer uma apresentação grandiosa sendo que foi fraco.

Eles gastaram momentos preciosos da minha vida e de dança fazendo a encenação de idosos que saiu mais caricata que personagem da Praça É Nossa! Depois disso, eu quase desisti da dança, que foi extremamente básica e entediante, com um nível bem baixo de elementos técnicos pra essa altura de competição.

A única tentativa de recurso explorado foi o striptease que já é mais batido do que tudo nesse programa! Pelo menos a gente sabe que se a Dani sair do Dancing Brasil assim como saiu do balé do Faustão, ela já pode conseguir emprego em uma feira erótica. Por fim, nada muito errado, somente tudo chato! Nota 7

Luiz: Dani fez laboratório na casa de show do Oscar Maroni? Só tá fazendo coreografia tirando as roupas e não é nem Burlesque nem nada, deve ser só calor mesmo.

Tirando o striptease, eu achei a dança muito bonita, bem correta ao ritmo (poderia ser uma rumba facilmente). Os dois são mestres no teatro e em contar histórias pelas danças e isso chama muito o público pra torcer por eles, pelas histórias que eles contam. O Léo teve um footwork bom, usou o quadril, uma postura bacana. Jaime disse que foi minimalista e eu acrescento que foi grande na qualidade. Uma surpresa ver uma dança do Léo com uma energia mais baixa. Nota 10

Pontuação do Pilotando TV

Vitu – Maytê: 10 + 6 = 16/ Jade: 8 + 9 = 17 / Léo: 7 + 9 = 16
Lugui – Maytê: 10 + 7 = 17 / Jade: 8 + 9 = 17/ Léo: 6 + 7 = 13
Luiz – Maytê: 10 + 8 = 18 / Jade: 8 + 9 = 17 / Léo: 7 + 10 = 17

Total 
Maytê: 51 pontos
Jade: 51 pontos
Léo: 46 pontos

Considerações e Torcidas

Vitu: Já que a Sheila foi injustamente eliminada, acho que o trio finalista merecia mesmo estar na final. Os três levaram o desafio pra vida e queriam muito chegar onde chegaram e com méritos. Todos se destacaram em algum momento.

Eu adoro a forma da Jade dançar, a expressão de corpo na dança e o trabalho de evolução dela e do Teo. O quanto uma mulher crua e rígida há 3 meses, hoje dança muito, com trejeitos de bailarina. Ela era super travada no começo e hoje está desenvolta, solta, fluida e bailando. Além do carisma que é muito importante.

Os outros dois já começaram bem. A Maytê, por exemplo, arrasa nos ritmos lentos e precisos, mas nos acelerados ela vai mal, perde a sincronia, erra… O grande destaque dela é o Paulo Victor, que é excelente e responsável por grande parte da torcida dela. O Léo já é o contrário da Maytê, vai melhor nos ritmos acelerados pela energia e nos mais lentos, às vezes, não se dá tão bem. Tecnicamente, quem só cresceu durante o programa foi a Jade. Por isso a minha torcida é dela.

Lugui: Achei que um programa com músicas da Sandy e Tiago Iorc me faria pegar no sono mais rápido que rivotril, mas o que deu sono de verdade foi a enrolação pra abertura de um envelope que todo mundo sabia que mandaria as três duplas pra final. Confesso que esperava mais do programa de hoje. Só tivemos 2 danças que se credenciavam de fato pra uma semifinal e o nível do dia foi inferior a outras apresentações feitas antes na temporada.

Tô bem mais chato hoje e isso pode ser por alguns motivos: ou pelo rigor que essa fase do programa deveria exigir, ou pelos poucos momentos de caprichetismo Patê no episódio, ou por ambas as alternativas. Espero que a final na semana que vem traga junto o meu bom humor!

Obviamente minha torcida é pro casal Patê e eu poderia fazer um compilado com todos os meus gritos no último programa pra mostrar o quanto torço. Minha torcida pra eles tem alguns motivos. Pessoalmente, a dupla me cativou bastante desde o começo. Paulo Victor é muito carismático e desde o começo se destacou entre os coreógrafos, enquanto Maytê tem bastante personalidade e é daquele tipo que você ama ou odeia, e eu adorei entrar na história dela de buscar o sonho de bailarina e se conectar tão intensamente com seu parceiro e com o programa.

Além disso, defino a trajetória deles em 3 palavras: química, competitividade e regularidade. A química entre a dupla foi a grande chave pro sucesso, e os dois trabalharam com muita sintonia e convenceram como dupla do começo ao fim. Jade e Téo até conseguiram tal feito, mas bem tardiamente. Já no item competitividade, é nítido que Paulo desde o começo criou coreografias pra vencer e se destacar no programa, com nível de criatividade bem acima dos demais coreógrafos, enquanto Maytê não ficou atrás e também se mostrou uma participante muito forte pra ganhar o programa desde a primeira semana. Por fim, o que mais destaca Patê em relação aos demais casais do programa é a regularidade: eles sempre estiveram entre as notas mais altas do programa  (mesmo sem nota máxima) e nunca  apresentaram notas muito baixas em relação aos demais, mostrando uma trajetória extremamente consistente do casal na competição.

Luiz: Me surpreendi muito com a semifinal. Cada casal apresentou danças muito boas e danças ok. Os 3 merecem chegar à final e o envelope da Xuxa foi a coisa mais previsível da Record. Acho que depois desse programa, eu tive uma esperança ENORME de uma segunda temporada ainda melhor porque esses professores vão correr atrás pra estudar os ritmos e ganhar ainda mais visibilidade. Não só os famosos, mas esse programa tá sendo feito pra difundir a dança. Vida longa!

Olha, não deve ser surpresa que eu torço pra Maytê desde o início do programa. Ela chamou a minha atenção e dos 3 finalistas, é pra quem eu dou meu voto. Teve as melhores apresentações, a mais consistente deles e a melhor dançarina.  De fato, qualquer um que ganhar será merecedor porque são três personalidades que representam o melhor que o formato pode oferecer.

Jade é a evolução, o aprendizado; Léo é o showman, o entretenimento; Maytê é a dançarina incubada que fez apresentações cada vez melhores a cada semana. Qualquer um aí que ganhar merece o título, mas esse coração aqui bate Patê ❤

PS.: Algo que me veio a mente escrevendo as análises seria a demissão do Sérgio Marone (o que é um desejo antigo) e ele ser substituído pela Maytê que é super espontânea e acho que dá conta do recado.

Piloto: Eu torci pela Bianca e pela Sheila, mas nessa final, serei Team Leo por conta da minha vovó que assiste toda segunda e torce por ele.

Não sei se Leo foi o melhor dançarino da competição, mas certamente ele foi um dos mais carismáticos.

Leo soube emprestar sua dramaticidade de ator pra enriquecer suas apresentações. Ele sabe fazer o show, sabe fazer entretenimento.

Pra quem assiste apenas querendo se divertir, Leo sabe dominar o palco e apresentar um espetáculo bem pipoca pra agradar o sofá.

Gostei do samba da última segunda, mas destacaria sua performance de Aladin como uma das principais apresentações de toda edição.

Te vejo na final…

Na próxima semana vamos saber quem é o vencedor da primeira temporada do Dancing Brasil. Os competidores vão dançar os ritmos que receberam a menor pontuação e um ritmo chamado Charleston, que é uma coisa estilo cabaré. Vamos ver no que dá!

E se você torce por alguém, vota lá no R7, pô. Quem você prefere que vença: Jade, Léo ou Maytê?

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Beijo, outro, tchau!

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15 comentários em “Dancing Brasil #12

  1. Acredito que o casal Patê leve essa, será muito justo, porque sem duvida Paulo é o melhor coreografo dessa edição, Maithê nem tanto, mas como já foi dito eles sempre mantiveram uma constância no reallity, e isso acho que conta muito, mas eu particularmente, não suporto ela, chata para um caraleo, não aceita criticas, humildade passa longe, enfim, quem ganha o jogo é a dança e não minha simpatia por ela, então digo que será merecedor.

    obs.: neste episódio o jave de Leo e Jade foi sem duvida a melhor apresentação

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  2. Eita, vai ter maratona de Charleston na final? E o Freestyle, como fica? Vou achar meio estranho se não tiver a rodada dos Freestyles, que é a mais importante do formato…

    E realmente, o Paulo Victor, de tão criativo, já pode ser considerado a versão masculina de Lindsay Arnold.

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  3. Sobre esse programa: EU AMO BON JOVI!, eu amei a apresentação, mas eu fiquei com um nervoooooooooso daquela calça do Paulo que parecia que ia cair a qualquer momento, porque era muita bunda para pouco jeans gente, eu fiquei desconcertada. Mas foi incrível o Paso Doble deles, e já estou ansiosa para o da semana que vem, já que eles vão dançar novamente o melhor ritmo deles, e foi esse. Falando em bunda, chega na segunda apresentação, da-lhe aquela calça justa, e JESUS, o pouco que consegui ver da dança, eu vi a Maytê mais perdida do que eu em casa. Desculpa a taradisse gente, perdão MESMO, mas não consegui evitar. Paulo Victor, você é MARAVILHOSO mesmo!
    Jade e Téo foram bem consistentes, uma pena aquele primeiro figurino dela, que foi pavoroso, e ainda pegou um Téo muito horrível de nerd, mas eles são muito fofos juntos, e aquele Jive maravilhoso foi incrível, menina Jade é tão ❤ .
    Leo, Leo, Leo… acho que a Dani optou pelo básico no samba visando não errar muito, mas não deu certo, todo mundo ficou meio que ??????? quando a bandeira entrou, e principalmente quando ninguém soube explicar o porque dela estar ali. A segunda dança foi bem bonitinha, eu adorei.
    O envelope foi bem óbvio, não sei como é fora daqui, se é uma final com três, mas se não tivesse acontecido as duas desistências, segunda estariam ali disputando as vagas quatro casais, então ou dois seriam eliminados, ou a final tripla foi para continuar seguindo o padrão inicial do formato.

    Eu como o Lugui e o Luiz, sou Patê desde o primeiro programa, porque eu gostava da Maytê desde que a vi em Como uma onda, e porque eu senti que o casal aconteceu – não romanticamente falando, mas profissionalmente, nesse caso. Eu achei que eles tiveram uma química, uma dedicação, e sempre mantiveram entre as melhores notas como os meninos falaram, mas eu adoro a Jade e o Leo, meu coração partiu quando a Jade disse que tinha certeza de que ela sairia na semana passada devido a nota ser menor, que se fosse ginástica, não teria para ela… ganhar essa competição seria um marco enorme na vida dela, e não me chatearia em ser vice para ela. Agora, não aceito terceiro lugar, porque embora goste do Leo, essa Dani não me desce, e não sou obrigada a vê-la se saindo melhor que Jade ou Maytê.

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    1. Na verdade, semana que vem, os três casais vão cada um re-dançar o ritmo no qual ganharam as piores notas (como uma espécie de redenção) e uma reprise da dança favorita deles na competição. Pelo menos, foi isso que eu entendi.

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        1. Charleston esse o qual eu ainda não entendi. Tipo, vai ser maratona, relay, ou três danças individuais? E não vai ter rodada de Freestyles como nas outras versões? Queria tanto ver o Paulo coreografar um freestyle…

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          1. Ela disse que cada dupla dançara 3x : da pior nota; o ritmo que mais gostou e o Charleston… Me recordo pq achei exagero kkkk

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  4. eu torcia pra Patê, mas meu ódio ao caprichetismo fala mais alto (saíram até fofocas de que maytê estaria insuportável de chata nos bastidores). Ou vcs acham que esse namoro é pra valer? Adoro o Paulo Victor mas odeio, detesto, tenho asco e repugnância de caprichetismo.
    Então vai Jade!

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    1. Não acho que o showmance seja pra valer, não. A própria Maytê já confirmou que não passa de uma relação profissional (e além disso, ela é beeeeeem mais velha do que ele, então não ia dar certo).

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    2. nossa….somos duas !!! acho que os três merecem ganhar….mas queria que ela perdesse por td isto e mais um pouco rsss…ao contrário da jade e leo que são pura simpatia…

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      1. Ai gente, eu não ponho fé nesse showmance deles. Eu realmente gosto deles como pares na dança e até têm uma química, mas a Xuxa até fala que Jade e Téo que são um casal de verdade. Não fico muito no meio da fofocada…

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  5. meu querido e simpático @lugui resumiu o que aconteceu nesta semana…”é gente como a gente quando tem duas provas no mesmo dia e se dedica só pra uma e faz a outra nas coxas”.
    e foi exatamente isto…uma dança maravilhosa e outra meia boca…o que é até natural né
    imagine semana que vem…3 danças !

    AMEI as danças do casal Patê (paso doble) e Jadtheo (jive)…mas meu coração é da Jade…por tudo, principalmente por sua superação e humildade…mas qualquer um que ganhar será merecedor…

    será que todo mundo sabia o que estava no envelope ? porque eu tb kkkkkk

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